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Vaiado por alguns torcedores durante a vitória da equipe de basquete do São Paulo sobre o Pinheiros, quarta-feira à noite, fora de casa, pelo NBB, o presidente Leco creditou essas críticas a “um pequeno grupo de torcedores” e disse que trata-se de “uma coisa encomendada”. As declarações, dadas ao site da ESPN, revoltaram a torcida nas redes sociais.

Os são-paulinos criaram a hashtag #Somos18MilhõesForaLeco, que chegou a ocupar o primeiro lugar entre os assuntos mais comentados no Twitter na manhã desta quinta.

Depois da repercussão, o São Paulo explicou que a frase de Leco dizia respeito somente ao grupo que o estava criticando no ginásio, e não a todos os protestos dos últimos anos.

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Presidente do São Paulo desde outubro de 2015, Leco é o alvo principal em praticamente todas as manifestações feitas por torcedores do clube ultimamente. Durante o jogo de basquete não foi diferente: ele foi vaiado e teve sua saída pedida pelos tricolores assim que apareceu no ginásio.

– É desagradável, infelizmente é uma coisa encomendada. É um pequeno grupo de torcedores que ataca a gestão, eu entendo que de uma forma injusta – disse.

– O futebol é resultado. E enquanto o São Paulo não for campeão, mesmo que esteja em uma situação de competição, indo para a Libertadores, são marcas que ficam até ganhar um título. E o foco é a figura do presidente, é uma pena que seja desse jeito. Mas eu me fortaleço nessas situações porque minha consciência está tranquila, minha energia e meu trabalho são focados no bem estar do São Paulo. Quero muito que eles tenham a alegria que eu quero ter – emendou Leco.

Ele ficará na presidência do São Paulo somente até o fim do ano que vem, já que não poderá se candidatar a reeleição nas eleições de 2020 – que, por sinal, ainda não têm nenhum candidato definido.

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